Em puto, também, gostava (mesmo muito) de Enya, aqueles coros e aquelas sintetizazeitices todas levavam-me para muito longe, para sítio de invernos permanentes e pirilampos a piscar.
Mais tarde, quando entrei na faculdade e estava a viver com o meu avô, um dos discos mais ou menos permanentes no leitor de CDs era o Grand Guignol, dos Naked City. Se a segunda metade é trash-metal-cenas daquele mesmo fixe para fazer sangrar ouvidos (de que gosto, também), a primeira tem Debussy (a primeira faixa deste De Plomb), Scriabin ou Ives.
Todo este parlapié para avisar que este De plomb é bastante mais atmosférico do que é costume. Quem gostar que carregue no play, quem não gostar que espere pelo próximo :)
(p.s. evito ao máximo repetir músicas de uns programas para os outros. Tirando um ou outro caso, tenho conseguido; neste, no entanto, repeti pelo menos a dos Fleetwood Mac)
02:53 _ Brian Eno, Rick Holland _ Cloud 4
04:34 _ Susumu Yokota _ Fairy dance of twinkle and shadow
08:38 _ Dead Can Dance _ Song of the stars
18:50 _ Fleetwood Mac _ Dreams
23:00 _ The Highgrades _ Rough rider
26:48 _ Jafumega _ Rústica (que ouvi pela primeira vez nesta versão da Catarina)
29:44 _ Madredeus _ O Navio
33:18 _ Chapelier Fou _ Antivalse
36:00 _ Catrin Finch & Seckou Keita _ Listen to the grass grow
40:16 _ Woody Allen _ Oral Contraception
40:34 _ Andrew Bird _ Andalucia
43:57 _ Khruangbin _ Father bird, mother bird
46:56 _ Naked City _ Chinatown
51:24 _ Joe Hisaishi _ 悲しみ (da banda sonora do Conto da Princesa Kaguya)
52:22 _ Manaka Kataoka e Yasuaki Iwata _ Maze Forest main theme (da banda sonora do Zelda — Breath of the Wild)
55:00 _ Moondog _ Viking I
57:55 _ John Zorn _ Sooki's Lullaby
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