28/10/2018
Prudent Advice
Isto é tirado deste blog, Prudent Advice. Está inactivo há uns tempos (anos?) mas não me canso de lá voltar de vez em quando.
23/10/2018
+ + no leitor + + In the No + +
Sempre que estou com a Catarina, aprendo mais sobre a vida
In 2017, radio-maker Kaitlin Prest released a mini-series called "No" about her personal struggle to understand and communicate about sexual consent. That show, which dives into the experience, moment by moment, of navigating sexual intimacy, struck a chord with many of us. It's gorgeous, deeply personal, and incredibly thoughtful. And it seemed to presage a much larger conversation that is happening all around us in this moment. And so we decided to embark, with Kaitlin, on our own exploration of this topic. Over the next three episodes, we'll wander into rooms full of college students, hear from academics and activists, and sit in on classes about BDSM. But to start things off, we are going to share with you the story that started it all. Today, meet Kaitlin (if you haven't already).
In The No Part 1 is a collaboration with Kaitlin Prest. It was produced with help from Becca Bressler.
The "No" series, from The Heart was created by writer/director Kaitlin Prest, editors Sharon Mashihi and Mitra Kaboli, assistant producer Ariel Hahn and associate producer Phoebe Wang, associate sound designer Shani Aviram. Special thanks to actor Tommy Schell.
Check out Kaitlin's new show, The Shadows.
Support Radiolab today at Radiolab.org/donate.
21/10/2018
Ele não — reportagem fotográfica da Flora
18/10/2018
Suponho que alguma coisa esteja a fazer bem. De manhã, a rotina lá de casa passa por acordar às 6.45 para fazer companhia ao Álvaro enquanto ele toma o pequeno-almoço (e depois andor que tem de ir para a escola). Deito-me, durmo mais um bocado, acordo às 7:40 para tomar banho. Aí pelas 8, acordo a Flora, que geralmente me pede mais cinco minutos.
"Ok, é o tempo de te fazer as torradas e depois levantas-te".
Chamo-a e lá vem ela toda ensonada a arrastar-se pela casa rumo às torradas. Não sem antes, ora vejam, endireitar os ó-ós, deitá-los tapadinhos e com a cabeça na almofada. E sabe bem ver ternura assim.
16/10/2018
15/10/2018
14/10/2018
10/10/2018
Aquilo das redes sociais cada vez me faz menos sentido: nunca gostei de multidões, e menos ainda de multidões aos gritos. Não que estejamos, neste momento, sem razões para gritos — mas não vejo nada de benéfico nisso: estamos todos onde eles [«eles»…] querem que estejamos: agarradinhos aos ecrãs, com a suave ilusão de que somos muitos, qualquer que seja o lado da barricada. Chateiam-me os comportamentos miméticos, por exemplo, o ver reproduzido vezes sem conta, como se de uma afirmação se tratasse, aquele poema do Brecht. Ou aquele cartoon. Ou o repisar das mesmas piadas (ena, até o continente já se aproveitou daquilo do Banksy). Portanto, para mim, o facebook foi c'o caralho.
O próximo, em breve, será o insta (tenho as minhas razões para não apagar tudo de uma vez), onde as imagens, os efeitos, o discurso visual, são cada vez mais iguais iguais claustrofobicamente iguais (e na maior parte desinteressantes). Paralisa-me constatar que já tudo foi fotografado, e de todas as maneiras possíveis — apesar de, obviamente, não ser verdade.
Fico com este meu gabinete de curiosidades para ir redecorando à minha vontade. E voltar a uma vida mais analógica, digamos: comprar mais o jornal em papel, afastar-me das grandes praças onde todos gritam e processar o mundo a um volume e um ritmo mais meus.
(isso e estou quase a fazer anos, o que me provoca sempre uns acessos de mau-feitio e desalento — não por estar a envelhecer, estou-me a marimbar para isso da idade e da morte, mas por causa daquela semi-obrigação de ser um dia fixe, e contam-se pelos dedos de uma mão de um operário [daqueles que trabalham com guilhotinas] os dias de aniversário prazerosos que tive nos últimos 20 anos)
O próximo, em breve, será o insta (tenho as minhas razões para não apagar tudo de uma vez), onde as imagens, os efeitos, o discurso visual, são cada vez mais iguais iguais claustrofobicamente iguais (e na maior parte desinteressantes). Paralisa-me constatar que já tudo foi fotografado, e de todas as maneiras possíveis — apesar de, obviamente, não ser verdade.
Fico com este meu gabinete de curiosidades para ir redecorando à minha vontade. E voltar a uma vida mais analógica, digamos: comprar mais o jornal em papel, afastar-me das grandes praças onde todos gritam e processar o mundo a um volume e um ritmo mais meus.
(isso e estou quase a fazer anos, o que me provoca sempre uns acessos de mau-feitio e desalento — não por estar a envelhecer, estou-me a marimbar para isso da idade e da morte, mas por causa daquela semi-obrigação de ser um dia fixe, e contam-se pelos dedos de uma mão de um operário [daqueles que trabalham com guilhotinas] os dias de aniversário prazerosos que tive nos últimos 20 anos)
Subscrever:
Mensagens (Atom)




























