24/07/2018

+ + Ekaterina Prokopyeva + +






Cliquem nos links, por favor: não só as imagens aparecem maiores como há
fotografias (nalguns casos) do processo. 


20/07/2018

«Roque» no Hot Clube





João Roque (g.), João Capinha (sopros), Xico Santos (cb.) e Jão Rijo (bat.)

19/07/2018

Et de plomb et de plume 047



00:00 _ The Lounge Lizards — Tango #3 Determination for Rosa Parks
04:12 _ Laurie Anderson _ For a large and changing room
06:47 _ Andrew Bird _ Lazuli Bunting
10:13 _ Fleet Foxes _ Bedouin Dress
14:39 _ Bar Kokhba Sextet _ Tevel
19:00 _ Vinicio Capossella _ Contratto per Karelias
23:24 _ Alan Lomax _ 1. entrevista com coro _ 2. (não ident.) Povero Merlo Mio
28:11 _ Egberto Gismonti _ Alegrinho (amarelo)
31:59 _ Caetano Veloso _ Vampiro
35:55 _ Pat Metheny Group _ Bright Size Life
40:34 _ Emmy Curl (c/ Vicente Palma) _ Dança da Lua e do Sol
44:28 _ Monday _ Gone
48:36 _ Morphine _ Claire
51:41 _ Chilly Gonzales _ Evolving Doors
54:00 _ Ana Tijoux _ Antipatriarca
57:02 _ ESG _ Moody

28/06/2018

Erva-do-caril, Erva-caril, Caril-das-areias, Erva-espanta-diabos, Perpétua-das-areias, Alecrim-das-paredes, Perpétua-sol-de-ouro


(fui buscar aqueles nomes todos aqui)

essa de cima foi tirada com a máquina que me tem acompanhado nos últimos anos,
uma Sony RX100. Não se dá nada por ela, vendo-a de fora, mas é um maquinão
(e a lente é do catano). Estas de baixo são da máquina nova (uma Fuji),
à qual ainda me estou a adaptar. Em ambos os casos, as fotos estão aqui
como saíram na máquina, sem qualquer edição.

De quais gostam mais?





27/06/2018

Talvez seja por ser avesso ao calor e isso me mexer aqui c’os nervos, mas no outro dia fui a um concerto no qual estariam umas 40 pessoas. Dessas, para aí umas 35 estavam, vai, não vai, a filmar e fotografar. Filmar, sobretudo. Com o telemóvel. Não consigo perceber muito bem para quê. Todos de olhos postos no ecrã, pouco a verem, de facto, os músicos.
Cheguei a casa e naquela ronda do costume do instagram* passaram-me pelos olhos duas instastories filmadas dentro de uma sala de cinema. Ou seja, alguém estava a ver um filme e decidiu sacar do telemóvel e filmar o ecrã. Não consigo perceber muito bem porquê.
Acho, aliás, que é francamente estúpido. Como acho francamente estúpido que uma pessoa munida de tecnologia de ponta, na posse de uma lente fotográfica, ache que a única coisa interessante no mundo que a rodeia seja, hum, ela própria.
Dando o devido crédito à rabugice que se me sobe ao (longo) nariz mal o termómetro passa dos 20, preciso de fazer uma pausa nas internets e de toda a gritaria. Um muito bom dia a quem por aqui passar.



* ah, está explicado porque é que estava toda a gente a filmar.