13/06/2017

Et de plomb et de plume 036



00:00 _ Joanna MacGregor _ Sextet
02:19 _ Lorde _ Royals
05:28 _ Youn Sun Nah _ Frevo
10:41 _ Jenny Scheinman _ Suza
16:02 _ Yael Naim _ Walk Walk
18:36 _ The Black Keys _ Howlin' For You
21:45 _ Dj Shadow & Asia Born _ Back to Back Breaks
27:50 _ Cat Power _ Ramblin' (Wo)man
31:32 _ Zeca di Nha Reinalda & João Cirilo _ Tchon di Massa Pé
34:03 _ Baden Powell _ Bassamba
38:39 _ Leon Bridges _ Twistin' & Groovin' (*)
42:48 _ Odetta _ Walkin' Down the Line
46:49 _ Oscar Peterson & Count Basie _ Roots
53:26 _ Feist _ Young Up

*

* — esta devo-a à Ana Cláudia Silva :)

(silêncio)


(silêncio)


(silêncio)


(silêncio)


(silêncio)


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(este blog vai de férias uns dias)

08/06/2017

+ + António Reis + +

Devo muito ao Olímpio (muito, mesmo)*. Entre outras coisas, ele costumava, quando estávamos a trabalhar (na Bulhosa do Campo Grande, 98/99), volta e meia sacar de um livro e «epá, tens de ler isto» (e ficava com aquele seu sorriso malandro).
Bum! Inevitavelmente, era sempre Bum!
Respigava sempre o melhor em tudo.
Um dia mostrou-me estes poemas, sabia lá eu quem era o António Reis ou, sequer, que tinha escrito e era cineasta. Transcrevi-os para uma folhinha merdosa de papel, folhinha essa que me tem acompanhado em todas as mudanças de casa (e foram muitas) e que está, neste momento, apoiada na estante, encostada aos meus cadernos. Volto a eles com frequência. E tive de voltar a eles, com muito prazer, em trabalho: vamos reeditar os Poemas Quotidianos lá na chafarica onde passo os dias a alinhar letras em páginas (há trabalhos piores :) )



 + + António Reis + + 

* Não será esta uma conversa para se ter aqui, mas sim à volta de uma mesa de café, com fumo e cerveja e amigos.